fonte: Eli Antonelli

Morten, Mags e Pal serão recebidos no Brasil com muitas homenagens. Os fãs da banda de todas as gerações já estão contando os dias para o grande encontro. Riva Lima coordenador de um dos principais grupos de whatApp que debatem a vinda da banda ao país apresenta na entrevista abaixo um projeto inédito de super fãs: o cd inédito em homenagem aos músicos. Conheça mais da iniciativa dos super fãs:



Jornalista Eli Antonelli/ - Como nasceu esta ideia?
Riva – Nasceu meio que por acaso, em 2010 eu tinha idealizado um tributo instrumental para o  A-ha. Em que entreguei nas mãos de cada um deles, uma cópia em cd, acharam bacana e até agradeceram. Daí como eu já tinha montado um grupo no Whatsapp pra reunir fãs da banda que iriam pro Rock in Rio, acabei por notar que muitos amigos ali gostavam de gravar aqueles audiozinhos cantando trechos de músicas, daí notei que alguns deles tinham lindas vozes, que poderiam ser aproveitadas de alguma forma, uma homenagem quem sabe. Daí me veio na mente, por quê não fazer um novo tributo, só que dessa vez, com fãs brasileiros do Brasil todo, que a maioria nem se conhece ainda pessoalmente, mas que já se sentem amigos por causa do grupo. Era uma forma de aproximar essa galera, e fazê-los se sentirem mais perto da banda.

Jornalista Eli Antonelli - Como foi a produção do CD?
Riva – Como eu sou tecladista programador, e eu já tinha uma certa facilidade nessa parte de montagem e produção das músicas, do zero, procurei não fazer exatamente como o A-ha faz, até porquê seria impossível isso, pois não tenho os mesmos recursos que eles. Mas tentei colocar minha identidade musical nas faixas, sem perder o estilo da banda e sem descaracterizar muito as originais. Daí eu pedia pra cada participante do projeto, enviar os áudios, somente cantando, sem se preocupar tanto com técnica nem afinação, pois com meus instrumentos eu conseguiria corrigir alguma coisa ou outra. Foi fácil.

Jornalista Eli Antonelli - Quem participa?
Riva – Fãs brasileiros, Fernanda Carneiro de Recife, que tem uma belíssima voz, Leonardo Amback, um jovem de São Paulo, que tem uma voz muito bacana também, Elke Menezes de São Paulo, Flávia Laurinda do Rio Grande do Norte, Norma Meireles da Paraíba, Gisely Marr do Pará, e Lucas Lima de São Paulo também.


Jornalista Eli Antonelli - Você administra o grupo de whatsApp, como avalia o sucesso deste grupo que não foge do tema em momento algum?
Riva – Nosso grupo apareceu no momento certo, na hora certa! Eu tinha criado o grupo no Facebook ‘A-ha Rock in Rio Eu Vou’, mas o sucesso foi tão bacana, que algumas pessoas acabaram que copiando o mesmo tema, e achei por bem, mudar o nome para A-ha Brasil 2015. Até porquê se eu mantivesse Rock in Rio eu Vou, e depois do Rock in Rio, eu escreveria ‘ Eu fui ‘? Aí meio que o nome do grupo ficaria remetido ao passado. Daí renomeei para A-ha Brasil 2015. E no próximo anovou mudar pra A-ha Brasil 2016 e por aí vai até o Facebook durar. Daí nesse grupo do Face, criei um canal pra Whatsapp, e pessoas foram pedindo pra serem adicionadas, uma atrás da outra, e resultado, já estamos com lotação total de 100 membros. Administrar o grupo tá sendo fácil, sempre mostro as regras para os que chegam, e relembro pros que já estão, de não fazer spam, não postar aquelas correntes de auto ajuda, imagens que nada tem a ver com o tema principal que é o A-ha, enfim... a galera entende e gosta de como o grupo está sendo conduzido, e devo muito a eles. Às vezes um puxãozinho de orelha vem quando alguma coisa começa a desandar, mas sem deixar ninguém em saia justa (risos).

HISTÓRIA DE FÃ - RIVA LIMA
Jornalista Eli Antonelli - Como começou sua paixão pelo a-ha. Quais as melhores lembranças que tem ?
Riva – Começou na época que eles estouraram no Brasil. Lembro que eu desde criança sempre ouvia muita música, e já na adolescência isso se acentuou. Ouvia as paradas de sucesso das rádios de Campo Grande MS, e me lembro de ouvir Take on Me, Cry Wolf, You are the One, sucessos atrás de sucessos, eu gostava de ouvir mas nunca tinha visto a imagem deles antes, foi quando anunciaram na TV, o álbum On Tour in Brazil, foi ali que eu percebi que essa banda faria alguma diferença pra mim. Foi quando pedi de presente pros meus tios, este álbum, onde ouvia sem parar em casa. Daí, veio o show da Apoteose, quando vi os caras tocando pela primeira vez, até porquê eu não sabia na verdade quem era que cantava o quê ali. Foi quando vi que o Morten era o cantor principal mesmo ( eu achava que o Mags cantava também, as músicas de tons mais graves... não sei o por quê eu pensei isso ) mas enfim, acabei por me interessar pela parte instrumental, e a querer tocar teclados, já que cantar não estava na minha possibilidade mesmo (risos). A com o show do Rock in Rio II, ali pra mim foi a certeza que eu seria fã deles até quando eu parasse de respirar. 


 Daí com o passar dos anos, fui acompanhando a carreira da banda, também me desenvolvendo como músico, mas também ouvindo outras bandas nacionais e internacionais, e aprendendo muita coisa sobre música, e até hoje estou aprendendo. Daí me mudei pro nordeste, pra Pernambuco, Camaragibe, região Metropolitana do Recife, e onde já fazia parte do finado Orkut onde tínhamos lá uma galera enorme do Brasil inteiro, só falando sobre a banda, o que me deixou feliz, daí só fui me enturmar no meio, e pronto... acabei fazendo amizade com a maioria, e acabei conhecendo gente daqui da minha cidade, daí a partir disso começamos a fazer encontros anuais de fãs, que nós mesmos batizamos de Meeting A-ha, onde todo encontro é uma animação só, levo instrumentos pra tocar ao vivo, é uma festa. Daí chega 2010, quando nem imaginávamos que teríamos um show em Recife, nos deram este presente... Foi meu primeiro show da banda, nem acreditava, ver ao vivo e a cores a banda que gostei desde a adolescência, ali, todas aquelas músicas, foi uma viagem. E mais ainda, ter sido sorteado com mais 4 pessoas pra visitar o basckstage depois do show, numa promoção que rolou no Twitter, foi loucura. E no dia seguinte, fomos nos despedir dos caras no hotel, tudo isso registrado em vídeo, emocionante. Depois fui ao show do Morten em carreira solo em SP, em 2012 onde me encontrei com ele novamente, ele sempre atencioso com os fãs, depois do show no hotel, tirou fotos com quase 300 pessoas, e detalhe... estava um noite muito fria. Acho que pra ele isso não foi problema (risos). Tomara que a gente consiga outro encontro com os caras, vai saber. Mas vamos fazer uma verdadeira movimentação logística pra acompanhar a banda por aqui (risos).

Jornalista Eli Antonelli - Como você avalia o novo trabalho. O que lhe surpreendeu? Você acha que eles conseguiram aproximar do "som oitentista"?
Riva – Sim, eu me surpreendi, eles finalmente se ‘encontraram’ como trio, coisa que antigamente eles já tinham se perdido, em meio a algumas discussões internas sobre como compor, letra, música, essas coisas. E parece que dessa vez, nenhum deles se meteu na produção da música do outro, e senti em entrevistas recentes e imagens, que eles estão em paz um com o outro... já conseguem se olhar serenamente, como não faziam à muito tempo. Parece que foi uma redenção. Se voltaram por grana? Pra mim não importa. Ninguém que teve o sucesso que eles tiveram nestes 30 anos, consegue fingir por tanto tempo. Eles gostam do que fazem, e sentiam falta disso. Mas quem hoje em dia, não trabalha por dinheiro? Eles tem uma carreira, e precisam manter o patrimônio que construíram, e banda nenhuma que quer alcançar o sucesso, vai pra frente tocando por caridade ou a troco de cerveja. Eles vieram e com todo o gás. Se eles conseguiram se aproximar do som oitentista?
 Acho que hoje eles se libertaram do som oitentista. Eles estão fazendo um som muito mais elaborado, com muitos arranjos, cordas, nota-se que existem mais violões e guitarras do Pal que no álbum anterior, parece que ele voltou com mais gosto de trabalhar. Mas a que mais me lembra as canções com a pegada dos anos 80, e com o jeitão A-ha, com certeza é Forest Fire... tanto que foi a primeira música que tocaram num programa de Tv, desde que quando se separaram... e ela com certeza estará no set list, e pretendo suar a camisa quando eles começarem a tocá-la ao vivo na minha cidade.
E enquanto isso, vamos continuando a nos encontrar com a galera nos nossos ‘ meetings’, tocando música ao vivo e fazendo karaokê com a galera, com minha banda de pop eletrônico Stereokromatik.

Jornalista Eli Antonelli  - Como você avalia a banda musicalmente 30 anos depois? Como vc avaliaria o som atual da banda. (Algumas pessoas se perdem em comparação e não percebem evolução musical em qualquer banda. Como vc avalia a evolução musical do a-ha)
Riva – Então, eles envelheceram bem, o som também. Não ficaram presos nos anos 80, como já disse. São como vinho, e o som também muda conforme os anos passam, a indústria musical muda, então se eles continuassem a tocar como tocavam nos anos 80, eles não chegariam nem na metade dum set list, e já estariam cansados. Antigamente eles tocavam acelerados como um avião, eram mais novos e cheios de energia... e a tendência é conforme os anos vão se passando, a calmaria vem junto. Muita gente reclama de muitas músicas mais ‘calmas’, mas quem quer agitação o tempo todo? Eles evoluíram bem, dos anos 90 pra cá, começaram a tocar um som mais voltado pros adultos, diferente dos anos 80, que faziam um som mais pras adolescentes ficarem doidinhas. As adolescentes da época cresceram, são mães hoje, e tem seus filhos, que também curtem a banda graças a elas. É como se o A-ha fosse o pai musical dessa geração nova. Graças a esses fãs mais antigos que passam pra frente esse bom gosto musical.


Conheça os super fãs que fazem parte do projeto "Tributo ao A-ha"
UMA PAIXÃO A PRIMEIRA "OUVIDA" - Hunting high and low
Leonardo Amback -  Conheci a banda em um dvd de clipes antigos quando tinha 13 anos, eu ficava ouvindo queen e um dia sem querer peguei no sono e acordei com o solo de piano de Hunting high and low, foi uma paixão a primeira ouvida. Minha tia me levou no show deles em 2009 e conheci muitas musicas nesse show e virou paixão, aprendi mais ainda na comunidade do Orkut, eu ficava 10 horas do meu dia facilmente esperando novidades da banda, bons tempos, hoje estou muito feliz com o retorno da banda e mais feliz ainda de ter a oportunidade de conhecer tantas pessoas que me ensinaram sobre a historia de uma banda tão importante para mim e para o cenário musical
Sobre o projeto? Fiquei muito feliz com a iniciativa do Riva Lima de fazer um projeto de qualidade assim! Agora não precisarei mais das versões de karaokê! É fantástico ver vários fãs de várias épocas se divertindo em seu dia de Morten Harket! Muito feliz. Esse será um projeto que levaremos para o resto de nossas vidas.. Muito grato a todos.

A DESCOBERTA DO A-HA AOS 12 ANOS
Gisely Marr - Conheci o a-ha em maio de 96 após ouvir o disco On Tour in Brasil. Com 12 anos na época ...foi um som que nunca vi igual.  Foi como descobrir a música.  Em 93 eu havia escutado a música I’ve been losing you e chorei assim do nada. Nunca uma música havia mexido tanto comigo, mas até então não sabia quem cantava quando o meu irmão me deu na íntegra o On Tour in Brasil e a sequência das 3 primeiras músicas era a mesma que eu ouvi em 93. Depois foi abraçar de vez a banda.
Nunca fui em um show do a-ha
Sobre o projeto? Para mim o projeto é uma grande oportunidade para o a-ha ter acesso um pouco do amor que sentimos por eles. Gratidão e vontade de cantar nossas músicas preferidas.  Para mim que moro no Pará e dificilmente vou vê-los pra poder dizer e agradecer o que eles significam na minha vida....cantar foi a melhor maneira.
Muita humildade da parte do nosso amigo Riva. Logo pra mim que moro em lugar complicado.

HUNTING HIGH AND LOW CONQUISTANDO FÃS
Lucas Lima - Foi no ano de 1997 com 15 anos que ouvi a primeira música do A-ha "Hunting High and Low" e não parei mais.
Fui no único show da banda aqui em São Paulo no ano de 2008 no Credicard Hall.
Fazer parte desse projeto, só de imaginar ser ouvido pela banda que deu som a minha vida me sinto muito feliz!
Obrigado por vocês existirem e fazer parte da minha vida!



Fernanda Carneiro - Minha história A-hetada com o A-ha começou em 1988, quando comprei meu primeiro LP, o STAY ON THESE ROADS! Daí por diante comecei a me apaixonar cada vez mais pela banda! Em 1991 aconteceu o que eu nunca imaginei: o A-HA viria ao Recife! Nossa, eu enlouqueci!!!!! Tinha 17 anos e aperriei muito meu pai para comprar o ingresso! Mas era caro, Cr$ 6.000,00! Sei disso porque ainda guardo o jornal com a notícia do show! Meu pai disse que não podia e eu fiquei triste... Mas um dia ele me pediu para pegar um papel que estava debaixo do pano da geladeira. Fui lá... quando vi o que era, gelei e comecei a gritar!!!!! Meus pais compraram o ingresso! Fui e me realizei!!!! Foi massa! Aquela mesma estrutura do RIRII! Emocionante! Continuei fã! Em 2010 esses meninos dessa terra tão longínqua vieram de novo ao Recife, e fui de novo!
Á noite, eu e mais fãs cantávamos no grupo do Whatsapp cantávamos trechos de algumas canções, quando Riva Lima teve a ideia de montar um cd tributo dos fãs e entregar ao A-ha. Abraçamos o projeto e mandamos as músicas! Gravávamos do celular mesmo, pelo Whatsapp, e ele encaixava nossas vozes nos arranjos dele. Ficou muito bom.

Elke Menezes - Dezembro 1985 , a minha vivência começava naquele Natal ao som de Take on me , e assim colecionando todos os vinis , fotos, e até me aprimorando no inglês ( aliás tentando sempre kkk ), mas para isso precisava sentir , entender e absorver o sentimento da música que o a-ha produzia, e isso essa banda maravilhosa ensina e muito, e ainda continuo aprendendo com eles, porque para ser fã , não significa ir aos shows mas sobretudo acompanhar e sobretudo sentir e isso fiz em maio de 1991, 2009, 2010 ( proibida por ordem médica , mas fui ao show kkk ),  2012 no show solo do Morten e agora feliz 2015 com show de comemoração dos 30 anos desse ultra sucesso que é o a-ha e atravessa décadas e assim será sempre; e esse é o meu tributo à vcs como meu direito hereditário - Birthright  ( espero q gostem kkkk e não fiquem surdos com a minha voz ), o nosso mega tributo feito por nós fãs brasileiros dedicados à vcs Morten, Mags, Pal.

Norma Meireles - Eu conheci o A-ha vendo um programa de videoclipes diário em 1985. Eu tinha 15 anos e apresentava dois programas de rádio com um amigo, Genilson Brito, na cidade de Parnaíba, no Piauí.   Encomendei meu LP ( Hunting high and low ) imediatamente por um catálogo de São Paulo. Ouvi e casa e também levava para tocar nos nossos programas de rádio. Nós dois fazíamos, entres nós dois competição para ver quem cantava sem errar a letra. Esse foi o início da minha história com o A-ha.  Mas eu não pude ir à nenhum show na minha adolescência. Apenas em 2009 fui ao meu primeiro show, em São Paulo. Também fui ao show de Recife em 2010 e vou ao RiR e Recife agora em 2015. Em 2012, assisti ao Show do Morten Harket, no Rio de Janeiro.
Sobre o projeto? Eu estava online no grupo na hora que a ideia surgiu. Naquele momento  dialogamos bastante e ficamos animados com o projeto. Eu achei uma excelente ideia, uma forma de potencializar o que já estávamos fazendo entre nós, cantando as músicas do A-ha, grupo que amamos tanto.
Riva fez um excelente trabalho e nós todos nos empenhamos com muito carinho e afetividade!
Flávia Laurinda - Conheci o A-HA no início da carreira quando eles estouraram no Brasil...morava no Rio de Janeiro e na época estava estreando a MTV Brasil o que proporcionou a popularidade do grupo...Assisti o 1º show deles que passou na televisão e me apaixonei mais ainda...um ano depois teve o Rock in Rio II ...assisti e gravei aquele show como o melhor da minha vida...e de lá para cá venho acompanhando a trajetória do grupo desde então. E ainda me emociono com suas músicas e a voz do Morten!
Em 2010 tive o privilégio de assistir meu 1º e único show do grupo ao vivo....e em outubro espero estar firme e forte no Chevrolet Hall para acompanhar o segundo!

Sobre o projeto? O projeto foi muito interessante, pois a ideia de juntar fãs de todo Brasil que não se conhecem e cantando apenas num celular...é bem inovadora!!! Fiquei muito feliz em poder participar e contribuir com esse projeto. Agradeço a oportunidade e estarei sempre a disposição quando for preciso!
Os a-hamigos se encontram no grupo mais badalado do A-HA no whatsApp confira aqui

COMO COMPRAR O NOVO CD DO A-HA?

Onde serão os shows:



Mais informações: Jornalista Eli Antonelli 41 8405-3535 / imprensaeliantonelli@globo.com

"A-ha faz parte da minha trajetória. Particularmente mantenho uma paixão pelo grupo norueguês desde 1986 e juntamente com os ahamigos acima também estou na expectativa do grande dia da chegada do trio nas terras brasileiras. A-ha sejam muito bem vindos!" Felicidade total.
Estamos a inteira disposição para expansão de todas as demonstrações de paixão pelo grupo norueguês. Mande sua história de amor pelo a-ha vamos divulgar.
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