Antes de ler este post e acompanhar esta interessante entrevista no Bom dia Paraná com a psicóloga Lígia Guerra ouça esta música do Luis Melodia. A música e a poesia sempre são os passaportes fundamentais para nosso reflexão mais aprofundada sobre a vida. (Insira sempre poesia e música nos seus processos) 



Dores de Amores
Eu fico com essa dor
Ou essa dor tem que morrer
A dor que nos ensina
E a vontade de não ter
Sofrer de mais que tudo
Nós precisamos aprender
Eu grito e me solto
Eu preciso aprender
Curo esse rasgo ou ignoro qualquer ser
Sigo enganado ou enganando meu viver
Pois quando estou amando é parecido com sofrer
Eu morro de amores
Eu preciso aprender
Já conheci muitas pessoas que tiveram dificuldades extremas para superar o fim de um amor. Acredito que a maioria das pessoas já passou por esta dor da ausência do outro, da mudança de opinião do outro que por um momento nos achava tão especial e nos fazia sentir tanto nossas qualidades, que nem nós sabíamos direito que tínhamos. 

E de repente a pessoa que nos fazia ser o super heroi a super heroína de desenhos animados vai embora. E leva com ele não só nossos livros, cds, como a psicóloga Lígia Guerra cita na entrevista abaixo, mas leva um pouco de nós, e deixa um buraco enorme e uma sensação de falta de chão e de falta de perspectiva no futuro. 

Para muitas pessoas a perda de um amor é um processo complexo de ser superado. Nesta entrevista Lígia Guerra dá uns toques importantes. Ela consegue fazer uma reflexão interessante. 

Muitas vezes no auge do desespero a pessoa acredita que àquela pessoa que foi embora era a verdadeira felicidade dela, o caminho para ser feliz. E não é bem isso. Se você sente algo semelhante a isso neste momento ou conhece alguém que está sofrendo. Indique esta entrevista da psicóloga. Bem interessante. Confira e indique.