A propósito do Dia do Professor, a minha amiguinha Eli Antonelli escreveu um belo texto em que, lembrando alguns de seus antigos e atuais professores, fez uma homenagem emocionada e um reconhecimento a todos os mestres, desde os que dão as primeiras lições às crianças, até os de pós-graduação. Pois isso me animou a ir pelo mesmo caminho. Resgatei com minha filha Ana Costa, também professora, uma m
ensagem que escrevi para ela no Dia do Professor do ano passado. O textinho foi para ela, mas afinal fala de todos nós - que, num sentido ou outro, somos todos educadores. Goes like this:

Nada define mais a nossa humanidade que o ímpeto de educar.
A transmissão de informações, geração a geração, é como uma corrida de revezamento. A nossa vez é nossa pequena permanência neste vale de esperanças.
Tudo o que aprendemos, nós transmitimos, dividimos, entregamos. Porque sabemos que não estamos sós, que outros aperfeiçoarão e levarão adiante estes sinais.
Educar – ser o elo nessa transmissão – é mais que acreditar no futuro. É a certeza da imortalidade. Não, por certo, a imortalidade individual, mas a que habita o coletivo. Além de nós, haverá mais, e melhor.
Assim, por tanto e por tudo, saudemos nossos mestres de ontem – que já se foram, mas continuam em nós –, nossos mestres companheiros de hoje, e os mestres que virão – e que trilharão caminhos que sequer somos capazes de sonhar.